
«As contribuições recebidas apenas cobrem uma terceira parte do dinheiro necessário para alimentar as pessoas mais vulneráveis do mundo», afirma a organização num co

No mesmo documento pode ler-se que esta quebra na ajuda alimentar «chega numa altura de grande vulnerabilidade para os famintos», já que, em virtude da crise econômica global, «a sua capacidade para comprar comida é limitada pelos preços teimosamente elevados».
Além disso, também os «padrões climáticos imprevisíveis» ameaçam causar cada vez mais vítimas.
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