Limpa e verde
Integram a companhia grupos de grande porte como Deutsche Bank, Munich Re e Siemens, empresa que já apostava em energia limpa nas suas plantas. Novos parceiros como a empresa italiana Enel Green, a Red Elétrica, da Espanha, a francesa Saint-Gobain e a marroquina Nareva acabam de aderir ao grupo. A intenção do projeto é produzir energia limpa, sem emissão de CO2.
Primeira etapa
A primeira etapa do projeto deverá ser concluída em 2012, com a inauguração da ligação, via cabos de alta tensão de transmissão de energia, entre a Tunísia, no Nor

Exemplo chinês
Na China, por exemplo, os cabos da Siemens, os mesmos que deverão ser usados no projeto Desertec, levam energia por 1.400 quilômetros entre a província de Yunnan e Guandong, na costa do Pacífico, com dispersão mínima. No futuro pensado pela Desertec, todo o Magreb será cortado pelos cabos de transmissão de energia solar que subirão em direção à Espanha, Itália e Grécia e de lá partirão para toda a Europa. Além dos painéis solares, a Desertec pensa em explorar também a energia eólica, por conta dos ventos que cortam a região.
Fonte:Anba.com.br
Ainda falta avançarmos no Brasil já que a tecnologia existe, a região da caatinga é propícia para uma usina solar bem como a exploração dos ventos abundantes em todo nosso litoral para produção de energia eólica. Inexplicável a falta de investimento considerável brasileiro neste setor.
As energias alternativas estão a dar cabo da economia da Europa, e ainda se insiste em projectos mais megalómanos!!!
ResponderExcluirNão tem jeito! Em Portugal, se não existisse energia eólica, não haveria crise: custou 216 MILHÕES de euros só no primeiro trimestre: http://ecotretas.blogspot.com/2010/04/quanto-custam-as-eolicas.html
Ecotretas