
A Europa poderá atender a toda a sua demanda de energia elétrica a partir de fontes renováveis até meados deste século, sem precisar recorrer a usinas nucleares, revela um relatório publicado pela gigante de serviços PricewaterhouseCoopers.
Uma rede "super inteligente" integrada por fazendas de painéis solares no Norte da África, fazendas eólicas no norte da Europa e no Mar do Norte, e de hidreletricidade na Escandinávia e nos Alpes, bem como um complemento de energia de biomassa e das marés podem substituir os obsoletos combustíveis fósseis para geração de eletricidade até 2050, destacou o documento, publicado nesta segunda-feira.
A meta é alcançável mesmo sem se considerar o uso de energia nuclear, a principal fonte de eletricidade na França, acrescentou o informe.
No total, cerca de 50% da demanda energética da Europa é atendida por combustíveis importados. Nos cenários chamados de "business-as-usual" (com todas as condições atuais preservadas), este percentual poderia alcançar 70% nas próximas décadas, segundo algumas projeções.
Para virar realidade, tal visão irá demandar um sistema elétrico baseado em uma rede super inteligente, de produção rápida e em escala de todas as fontes renováveis, bem como da unificação do mercado elétrico europeu e sua integração com o do norte da África, permitindo o livre comércio de eletricidade entre todos os países.
Fonte:AFP
Uma rede "super inteligente" integrada por fazendas de painéis solares no Norte da África, fazendas eólicas no norte da Europa e no Mar do Norte, e de hidreletricidade na Escandinávia e nos Alpes, bem como um complemento de energia de biomassa e das marés podem substituir os obsoletos combustíveis fósseis para geração de eletricidade até 2050, destacou o documento, publicado nesta segunda-feira.
A meta é alcançável mesmo sem se considerar o uso de energia nuclear, a principal fonte de eletricidade na França, acrescentou o informe.
No total, cerca de 50% da demanda energética da Europa é atendida por combustíveis importados. Nos cenários chamados de "business-as-usual" (com todas as condições atuais preservadas), este percentual poderia alcançar 70% nas próximas décadas, segundo algumas projeções.
Para virar realidade, tal visão irá demandar um sistema elétrico baseado em uma rede super inteligente, de produção rápida e em escala de todas as fontes renováveis, bem como da unificação do mercado elétrico europeu e sua integração com o do norte da África, permitindo o livre comércio de eletricidade entre todos os países.